quarta-feira, 30 de setembro de 2009

CAPÍTULO XVII - O Dia dos Avós

Este dia que até podia ser um dia especial, é uma data em que os políticos cá da terra entendem que não é dia de poupança, e zás. Toca a abrir os cordões à bolsa dos contribuintes e pegar nos avós cá da terra e pimba ir com eles à missa a Fátima. Sim porque isto de ser católico praticante tem as suas responsabilidades: Não há domingo sem missa, não é verdade?
Depois gastar dinheiro com os nossos “simpáticos velhinhos” é um investimento como outro qualquer. Venham a nós os vossos votos. Há também o negócio dos bonés, das t-shirts, mais uma tigelinhas, e pronto estão criadas todas as condições para se Sentir Penafiel, precisamente como o poder mais gosta: landum.
Mas o que me parece e pelas fotos que chegam sempre que acontece este tipo de excursões, quem mais festeja, quem mais se diverte, quem mais pula, quem mais dança, são mesmo os mandantes da festa. Vejam só a foto que ilustra este texto. É elucidativa. A “Penafiel Verde” ao lado da Junta de Freguesia.
Alberto Santos sabe quem tem. Conhece como ninguém os gostos e desgosto dos seus acompanhantes de gabinetes. Não há festa como esta. Como disse o nosso presidente da Câmara em Pombal em 2008: para o ano vai ser melhor. E foi. Parece que de facto foi uma batalha de Aljubarromba É nesta matéria que este executivo dá cartas, verdade seja dita…

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