quinta-feira, 24 de setembro de 2009

CAPÍTULO VII - O S. Bartolomeu de 2008

Porque será que o S. Bartolomeu de 2008, é uma das razões para não votar na coligação de direita liderada por Alberto Santos? É simples.
No dia 24 de Agosto de 2008, a RTP com a Tânia Ribas de Oliveira e Francisco Mendes, veio a Penafiel fazer uma reportagem sobre a feira de S. Bartolomeu e da Agrival. Até houve música pimba na voz desse extraordinário José Malhoa, que toda a gente aplaudiu e gostou.
Quando o Sr. presidente da Câmara de Penafiel (e ele estava ali nessa qualidade), fez a sua intervenção, em lugar de falar da rurbanidade de Penafiel, das feiras do S. Bartolomeu, da Agrival e do seu programa, o fez para falar do seu livro “A Escrava de Córdova”, obra recém-editada.
Claro que não caiu bem. Alberto Santos não devia sequer ter abordado a história da sua obra literária, porque não foi para ali chamada. Claro que há locais próprios para isso. Devia era ter aproveitado esta rara oportunidade para projectar a sua terra para todos os cantos do mundo.
No final o que ficou, pode até doer aos penafidelenses, foi que daquela transmissão televisiva, a imagem que passou para o exterior, foi de uma terreola qualquer, lá nos confins do mundo, tão fracas foram as intervenções, tão fraco foi esse programa, apesar do belo local onde tudo se passou, o Largo da Ajuda.

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