Num dia do mês de Junho, a população foi confrontada com uma movimentação completamente inédita: a distribuição de mobiliário de esplanadas por cafés e restaurantes da cidade.Devo dizer antes de mais que eu sou a favor das esplanadas embora não tenha grande predisposição para lá estar sentado à espera que a vida passe. Mas que gosto de as ver todas esplanadas por aí fora, gosto de facto.
Mas o que me fez e faz alguma confusão, é que esta atribuição de cadeiras, mesas e chapéus de sol com aquela tão famosa frase “Sentir Penafiel” teve um carácter gratuito.
Eu pergunto, de graça porquê? Por acaso a Câmara deve alguma coisa aos comerciantes de cafés e restaurantes? Os cafés, as imperiais, os pirolitos, as laranjadas passaram a ser de borla? Que eu saiba não. Ah está bem! Dizem-me aqui ao lado que é ano de eleições. Pois é, está tudo dito.
Para mim, a atenção que a Câmara devia ter em relação aos cafés e restaurantes da cidade era isenta-los de impostos durante o verão. Já era bem bom.
Depois e na minha opinião, se aquele mobiliário é arrojado como o Sr. presidente da Câmara, Dr. Alberto Santos disse, talvez tenha razão. De facto é preciso ter algum arrojo em apresentar umas esplanadas tão pobrezinhas na cor e no desenho. Penso mesmo que alguns cafés e restaurantes já antes tinham melhores mobiliários, logo mais airosas esplanadas. Que o digam o Cantinho, o Alvorada, a Nova Doce ou Aliança, por exemplo. Se calhar foi para dizer com o cinzento dos passeios…
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